seus olhos maldosos acima de mim,
sua língua pontuda como de uma cobra,
como você quer que eu acredite que o que diz é para o meu bem?
sua crítica não visa o meu bem,
sua crítica quer me ver mal,
suas palavras me amaldiçoam à medida que são expelidas aos poucos junto com seu veneno,
mas não vou colhê-lo e levá-lo comigo,
para que você se envenene com ele depois.
